VIÑA LAS PERDICES – O nome “Las Perdices” faz referência às perdizes que habitam a zona onde está localizada a vinícola, em Luján de Cuyo, Mendoza. Essas aves estão por lá desde a época que o espanhol da Andaluzia, Don Juan Muñoz López, se estabeleceu na região, em 1952, para fundar a bodega.
Desde então, a empresa continua nas mãos da família, tendo à frente Juan Muñoz López, sua esposa Rosario e seus filhos Nicolás, Estela e Carlos.
Atualmente, a Viña Las Perdices possui 50 hectares de vinhedos em Agrelo (Luján de Cuyo) e 22 hectares em Barrancas (Maipú). A bodega fica situada num lugar belíssimo, aos pés da cordilheira dos Andes. Tem em suas caves mais de 100 barricas novas de carvalho francês e americano, além de tanques de aço inoxidável com capacidade para 950 mil litros.
Possuem um interessante sistema de refrigeração das uvas recém-colhidas para preservar a integridade dos frutos e obter um melhor vinho. É uma espécie de contêiner que fica do lado de fora da bodega.
Os seus vinhos são bastante premiados. Alguns, como o Las Perdices Tinamú 2007, obteve pontuação 92 pela revista Wine Advocate, de Robert Parker.
Entre os tintos, são elaboradas as linhas Reserva (Tinamú, Don Juan e Pinot Noir), Varietal (Malbec, Cabernet Sauvignon e Syrah/Viognier) e Tardío (Las Perdices Ice). Os brancos também têm as linhas Reserva (Las Perdices Sauvignon Blanc Fumé), Varietal (Sauvignon Blanc, Viognier e Pinot Grigio) e Tardío (Las Perdices Viognier Late Harvest). Ainda produz um espumante extra brut (Las Perdices Vino Espumante).

Por conta desse desencontro, o distribuidor no Recife (Dom Vinho) e o importador da marca para o Brasil (Bodegas – Selecionadores de Vinhos) fizeram a gentileza de me convidar para uma degustação de alguns rótulos da vinícola, incluindo o top Las Perdices Tinamú.
O resultado, conto nos próximos posts.